A história da televisão deve-se a grandes matemáticos e físicos, pertencentes às ciências exatas que entregaram para as ciências humanas um grande e poderoso veículo. Desde o início do século XIX, os cientistas estavam preocupados com a transmissão de imagens a distância e foi com o invento de Alexander Bain, em 1842, que obteve-se a transmissão telegráfica de uma imagem (fac-símile), atualmente conhecido como fax. Em 1892, Julius Elster e Hans Getiel inventaram a célula fotoelétrica e em 1906, Arbwehnelt desenvolveu um sistema de televisão através de raios catódicos (empregava a exploração mecânica de espelhos somada ao tubo de raios catódicos). Mas em 1920, o inglês John Logie Baird realizou as verdadeiras transmissões. Preparou-se durante seis anos, exibindo seus estudos para a comunidade científica em Londres no Royal Institution e sendo logo contratado pela BBC para transmissões experimentais. A primeira emissão oficial de televisão aconteceu na Alemanha, em 1935, e em novembro do mesmo ano, na França. Em 1936, inaugurou o funcionamento regular da BBC, em Londres. Em 1939, nos Estados Unidos, a NBC inicia suas transmissões. Neste mesmo ano acontece no Brasil, na cidade do Rio de Janeiro, a primeira transmissão de televisão em circuito fechado, de que se tem conhecimento.
sábado, 6 de setembro de 2008
História da televisão
A necessidade de representar fatos e sentimentos através das imagens acompanha o homem desde a história da civilização. No passado, esses registros eram feitos nas cavernas, representando as emoções e vivências do dia-a-dia, como por exemplo, as caçadas. Na história da televisão não poderia ser diferente, uma vez que invadiu os lares com tamanha força e poder da realidade, manipulando opiniões e modificando o comportamento da sociedade.
A história da televisão deve-se a grandes matemáticos e físicos, pertencentes às ciências exatas que entregaram para as ciências humanas um grande e poderoso veículo. Desde o início do século XIX, os cientistas estavam preocupados com a transmissão de imagens a distância e foi com o invento de Alexander Bain, em 1842, que obteve-se a transmissão telegráfica de uma imagem (fac-símile), atualmente conhecido como fax. Em 1892, Julius Elster e Hans Getiel inventaram a célula fotoelétrica e em 1906, Arbwehnelt desenvolveu um sistema de televisão através de raios catódicos (empregava a exploração mecânica de espelhos somada ao tubo de raios catódicos). Mas em 1920, o inglês John Logie Baird realizou as verdadeiras transmissões. Preparou-se durante seis anos, exibindo seus estudos para a comunidade científica em Londres no Royal Institution e sendo logo contratado pela BBC para transmissões experimentais. A primeira emissão oficial de televisão aconteceu na Alemanha, em 1935, e em novembro do mesmo ano, na França. Em 1936, inaugurou o funcionamento regular da BBC, em Londres. Em 1939, nos Estados Unidos, a NBC inicia suas transmissões. Neste mesmo ano acontece no Brasil, na cidade do Rio de Janeiro, a primeira transmissão de televisão em circuito fechado, de que se tem conhecimento.
A história da televisão deve-se a grandes matemáticos e físicos, pertencentes às ciências exatas que entregaram para as ciências humanas um grande e poderoso veículo. Desde o início do século XIX, os cientistas estavam preocupados com a transmissão de imagens a distância e foi com o invento de Alexander Bain, em 1842, que obteve-se a transmissão telegráfica de uma imagem (fac-símile), atualmente conhecido como fax. Em 1892, Julius Elster e Hans Getiel inventaram a célula fotoelétrica e em 1906, Arbwehnelt desenvolveu um sistema de televisão através de raios catódicos (empregava a exploração mecânica de espelhos somada ao tubo de raios catódicos). Mas em 1920, o inglês John Logie Baird realizou as verdadeiras transmissões. Preparou-se durante seis anos, exibindo seus estudos para a comunidade científica em Londres no Royal Institution e sendo logo contratado pela BBC para transmissões experimentais. A primeira emissão oficial de televisão aconteceu na Alemanha, em 1935, e em novembro do mesmo ano, na França. Em 1936, inaugurou o funcionamento regular da BBC, em Londres. Em 1939, nos Estados Unidos, a NBC inicia suas transmissões. Neste mesmo ano acontece no Brasil, na cidade do Rio de Janeiro, a primeira transmissão de televisão em circuito fechado, de que se tem conhecimento.
Para saber mais: www.geocities.com/paris/boutique/8844/tv.htm
Postado por Cris às 12:30 3 Fazendo a Diferença
Marcadores: Curiosidades na História
sexta-feira, 5 de setembro de 2008
História do Brasil
Na revista Klepsidra, encontrei um artigo muito interessante sobre milícias negras no Brasil. Lá no site da Revista podemos ler o artigo na íntegra, quem quiser conferir é só acessar: http://www.klepsidra.net/novaklepsidra.html
Um pedacinho do resumo que eu encontrei lá:
Francis Albert Cotta, em seu artigo Milícias negras na América Portuguesa: defesa territorial, manutenção da ordem e mobilidade social apresenta o surgimento e o crescimento da importância da participação militar de negros e mulatos nas guerras travadas por Portugal no mundo atlântico para depois de debruçar na atuação das milícias negras na região das Minas Gerais. O autor mostra como as parcelas menos favorecidas da população se inseriam nos corpos militares objetivando a ascensão social ou a resistência ao escravismo reinante, bem como as próprias estratégias militares do período foram transformadas pelas experiências prévias dos novos soldados africanos.
Postado por Cris às 17:58 1 Fazendo a Diferença
Marcadores: Artigo
Cem cordéis, dois livros
Estava navegando pelo site da Biblioteca NAcinal e vi esta notícia interessante:
Serão lançados este mês os livros da coleção "100 Cordéis Históricos Segundo a Academia Brasileira de Literatura de Cordel". Com 13 mil títulos em seu acervo, a instituição selecionou 41 cordelistas, principalmente do fim século XIX ao século XX, e, com apoio da Petrobras, publicou os textos escolhidos em uma caixa com dois livros, totalizando 568 páginas.
O lançamento está marcado para o dia 9 de setembro. A Academia Brasileira de Literatura de Cordel fica na R. Leopoldo Fróes, 37 em Santa Teresa, no Rio de Janeiro. Mais informações pelo telefone (21) 2232-4801. Na página da Academia é possível solicitar a reserva dos livros.
http://www.ablc.com.br/
Serão lançados este mês os livros da coleção "100 Cordéis Históricos Segundo a Academia Brasileira de Literatura de Cordel". Com 13 mil títulos em seu acervo, a instituição selecionou 41 cordelistas, principalmente do fim século XIX ao século XX, e, com apoio da Petrobras, publicou os textos escolhidos em uma caixa com dois livros, totalizando 568 páginas.
O lançamento está marcado para o dia 9 de setembro. A Academia Brasileira de Literatura de Cordel fica na R. Leopoldo Fróes, 37 em Santa Teresa, no Rio de Janeiro. Mais informações pelo telefone (21) 2232-4801. Na página da Academia é possível solicitar a reserva dos livros.
http://www.ablc.com.br/
Postado por Cris às 17:47 0 Fazendo a Diferença
Marcadores: Indicação de Livro
sábado, 30 de agosto de 2008
Revista - ArtCultura
ArtCultura: Revista de História, Cultura e Arte é uma publicação semestral do Instituto de História, vinculada ao Programa de Pós-graduação em História da Universidade Federal de Uberlândia. Fomenta o diálogo interdisciplinar entre História, as Artes e a Cultura em geral. Seus eixos de interesse se apóiam nas relações entre História e distintos campos de produção cultural, como cinema, teatro, literatura, música, artes visuais, arquitetura e demais áreas das humanidades.
Como adquiri:
EDUFU – Editora da Universidade Federal de Uberlândia Av. João Naves de Ávila, 2121, Campus Santa Mônica, Bloco A – Sala 1A-01Uberlândia - Minas GeraisCEP: 38400-902 http://www.edufu.ufu.br/mailto:artcultura@inhis.ufu.br
Postado por Cris às 09:43 3 Fazendo a Diferença
Marcadores: Indicação de Livro
Parabéns
A professora e historiadora Marieta Pinheiro de Carvalho, 31 anos, foi a vencedora do Prêmio D. João VI, entregue em Julho, em cerimônia solene no Palácio da Cidade, em Botafogo, no Rio de Janeiro.Doutoranda em História pela UERJ, a professora recebeu um cheque no valor de R$ 50 mil e terá seu trabalho Uma idéia ilustrada de cidade: as transformações urbanas no Rio de Janeiro de D. João VI (1808-1821) transformado em livro que será publicado até novembro.O trabalho de pesquisa foi todo concentrado no aspecto urbanístico e mostra que o Rio de Janeiro não era o que a Coroa Portuguesa esperava quando aqui chegou, uma cidade planejada e racional, mas sim, uma cidade com feição colonial e explica como a influência européia transformou o Rio em uma cidade imperial, além de ter sido a única cidade do mundo transformada em capital de um império europeu abaixo dos trópicos.
O Prêmio D. João VI de Pesquisa foi criado em 2007 pela prefeitura do Rio de Janeiro, através da Secretaria Municipal das Culturas, com o objetivo de premiar a melhor monografia sobre o impacto urbano na cidade a partir da chegada da Família Real.
Postado por Cris às 09:34 0 Fazendo a Diferença
Marcadores: Evento
África, ontem e hoje
No Rio de Janeiro, curso gratuito sobre o continente africano
A partir do dia 4 de setembro, o Centro Cultural José Bonifácio sedia o curso 'África: ontem e hoje'. As aulas acontecerão das 19h às 21h e são gratuitas. Mais informações pelo telefone: (21) 22337754.
Confira a programação:
Aula 1: Geografia e história da África
Aula 1: Geografia e história da África
As grandes migrações no interior do continente e as alterações no quadro geográfico. As sociedades africanas no mapa colonial e a descolonização. A aula tem como objetivo apresentar um panorama geral sobre a África.
Aula 2 e 3: Escravidão na África pré-colonial
A aula está prevista para se apresentada em duas partes. Na primeira parte será feito um balanço historiográfico sobre a escravidão na África analisando textos clássicos sobre o tema (Meillassoux, Miers&Kopitoff, Lovejoy). Na segunda parte serão apresentados alguns casos concretos, dando como exemplo a escravidão nos grandes reinos africanos, nas áreas de expansão islâmica e em sociedades descentralizadas.
AULA 4: O islã na África ocidental
Como o Islã foi um fator importante no desenvolvimento do comércio transaariano e mais tarde será usado como elemento integrador para os movimentos de resistência contra a colonização européia.
AULA 5: África Atlântica
A aula pretende apresentar uma visão panorâmica da História da África a partir do século no início do século XX, sobre as regiões cujas populações, durante séculos de contato e transferência forçada pelo tráfico transoceânico de escravos, se constituíram como elementos formadores da sociedade brasileira. Pretende-se ainda focalizar as mudanças que se desenvolvem a partir das novas formas de inserção do continente africano no cenário mundial.
AULA 6: Relíquias da África Central no congado de Minas Gerais
A aula visa a aprofundar a discussão historiográfica sobre a construção da memória afro-brasileira a partir de objetos da África Central do fim do século XIX e início do XX com funções ritualísticas no congado de Minas Gerais. Essa discussão permite pensar as fontes orais e iconográficas como as grandes aliadas para o estudo da História da África e Brasil
AULA 7: Os retornados do Benim, Togo, Nigéria e Gana: Agudás e Tabons
Trata do chamado "retorno" de escravos libertos à África e da formação das comunidades Agudás (nos atuais Benim, Togo e Nigéria) e Tabom (em Gana), ao longo dos séculos XIX e XX. Esses movimentos migratórios de ida e vinda através do Atlântico durante e posteriormente o fim do tráfico de escravos constituíram um complexo processo de construção de novas identidades sociais nesses países africanos, de modo a permitir que os retornados superassem o estigma da escravidão e se integrassem - como cidadãos de pleno direito nas sociedades que os haviam excluído anteriormente. Nesta aula são tratados dois aspectos da questão: o surgimento dessas identidades no passado; e o modo como hoje seus integrantes atuam de modo organizado e diferenciado em diversos campos da vida social.
AULA 8: O colonialismo e as independências na África
Os diferentes tipos de colonização e tipos de luta pró-independência/ libertação serão analisados, utilizando conceitos como descolonização/ libertação, novo princípio da ocupação. Trataremos ainda do racismo como ideologia orgânica do colonialismo e dos partidos políticos e movimentos de libertação no pós-guerra.
AULA 9: A construção da idéia de África: representações do continente "negro"Crise e renovação da historiografia africana". História imperial: mitos de um continente sem História. Independências africanas e construção de uma nova historiografia.
AULA 10: África no cenário político e econômico internacional. Estadismo, privatização e crise geral do estadoUm panorama geral dos espaços econômicos africanos será apresentado e analisado. Analisaremos a noção de desenvolvimento do subdesenvolvimento e a situação de crise do estado na África.
AULA 11: Somália, Ruanda e Libéria - "Nações sem Estado, Estados sem nações"
A análise entre as semelhanças e as diferenças entre as histórias pós-independência desses três países nos guiam para uma série de reflexões sobre a "construção" dos Estados e a possível relação entre "Estados fracos", ou "quase-Estados" , guerras civis, insegurança, desequilíbrio regional e a necessidade - ou não - de intervenções externas. O objetivo é apresentar essas histórias e identificar elementos sociais, políticos e econômicos que levaram as instituições desses países à ruína e como se deram as respostas internas e externas, bem como suas conseqüências.
AULA 12: Dinâmicas africanas em contexto de desenvolvimento. Dois exemplos: Benin e São Tomé e Príncipe
Nesta aula, serão apresentados e analisados projetos de desenvolvimento e a atuação dos técnicos de ONGs na região de Abomé (Benim) e nos antigos latifúndios de São Tomé e Príncipe. Analisaremos esses estudos de caso à luz das problemáticas atuais do continente.
Postado por Cris às 09:19 0 Fazendo a Diferença
Marcadores: Evento
Patrimônio em perigo
Um incêndio que destruiu a Igreja Nossa Senhora Aparecida, primeiro templo de Brasília, erguido em 1956 pelos nordestinos que construíram a cidade. Na época, o governo do Distrito Federal prometia erguer, no lugar, uma réplica fiel da construção.
Promessa cumprida. Depois de sete meses e 250 mil reais investidos na reconstrução, ficou de pé, em julho, a nova versão da igreja, na mesma praça da Vila Metropolitana. Todo mundo satisfeito? Nem tanto. O poder público parece ter se inspirado na arte de copiar o original, e manteve também inalterado o pouco caso com que trata desse patrimônio. Quem diz é Glorinha Bonfim, ativista que denunciou o incêndio do ano passado e continua na luta pela preservação da igreja: “Não há nenhum programa que se possa divulgar. Sei apenas de ações isoladas de alguns interessados”.Preocupante mesmo é ouvir queixas quanto ao desinteresse do governo da boca de seu próprio representante. José Carlos Coutinho, diretor do Departamento de Patrimônio Histórico e Artístico do Distrito Federal (DePHA), diz que a reconstrução da igreja “poderia ter acabado antes se não fosse a burocracia” e, pior, que este não é um caso isolado. “Todo o patrimônio de Brasília está ameaçado.
Até a Praça dos Três Poderes está sujeita a essa situação”, afirma Coutinho. Ele reclama que faltam recursos e pessoal para que o órgão cumpra sua função de “manter constante vigilância”. E lamenta: “A cultura não é e nunca foi prioridade de nenhum governo. O que podemos fazer é não esmorecer e continuar lutando com os recursos que temos”.O desanimador discurso oficial pode ajudar a entender o que houve com a Igreja Nossa Senhora Aparecida. Como preservar “não é prioridade”, deixa-se ruir e depois faz-se uma obra para botar uma réplica no lugar. Quem sabe, em breve, estaremos aqui reivindicando a réplica da réplica.
Até a Praça dos Três Poderes está sujeita a essa situação”, afirma Coutinho. Ele reclama que faltam recursos e pessoal para que o órgão cumpra sua função de “manter constante vigilância”. E lamenta: “A cultura não é e nunca foi prioridade de nenhum governo. O que podemos fazer é não esmorecer e continuar lutando com os recursos que temos”.O desanimador discurso oficial pode ajudar a entender o que houve com a Igreja Nossa Senhora Aparecida. Como preservar “não é prioridade”, deixa-se ruir e depois faz-se uma obra para botar uma réplica no lugar. Quem sabe, em breve, estaremos aqui reivindicando a réplica da réplica.
Texto encontrado no site: http://www.revistadehistoria.com.br/v2/home/?go=detalhe&id=1890
Postado por Cris às 09:13 0 Fazendo a Diferença
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