domingo, 28 de outubro de 2007

Peste negra

O quadro Triunfo da morte (1562), do pintor belga Peter Bruegel (1525-1569),retrata o horror que a peste negra causou na Europa

A peste negra ou bubônica assolou a Europa a partir de 1330, dizimando sua população, reduzindo-a à metade no final do século XVI. O quadro de Bruegel nos dá uma idéia do horror que a peste trazia para os europeus.

A peste é causada pela bactéria Yersinia pestis e apesar de ser comum entre roedores, como ratos e esquilos, pode ser transmitida por suas pulgas (Xenopsylla cheopis) para o homem. Isso só acontece quando há uma epizootia, ou seja, um grande número de animais contaminados. Deste modo, o excesso de bactérias pode entupir o tubo digestivo da pulga, o que causa problemas em sua alimentação. Esfomeada, a pulga busca novas fontes de alimento (como cães, gatos e humanos). Após o esforço da picada, ela relaxa seu tubo digestivo e libera as bactérias na corrente sangüínea de seus hospedeiros.

A peste negra foi a mais trágica epidemia que a História registra, tendo produzido um morticínio sem paralelo. Foi chamada peste negra pelas manchas escuras que apareciam na pele dos enfermos. Como em outras epidemias, teve início na Ásia Central, espalhando-se por via terrestre e marítima em todas as direções. Em 1334 causou 5.000.000 de mortes na Mongólia e no norte da China. Houve grande mortandade na Mesopotâmia e na Síria, cujas estradas ficaram juncadas de cadáveres dos que fugiam das cidades. No Cairo os mortos eram atirados em valas comuns e em Alexandria os cadáveres ficaram insepultos. Calcula-se em 24 milhões o número de mortos nos países do Oriente. Em 1349 a peste chegou ao centro e ao norte da Itália e dali se estendeu a toda a Europa. Em sua caminhada devastadora, semeou a desolação e a morte nos campos e nas cidades. Povoados inteiros se transformaram em cemitérios. Calcula-se que a Europa tenha perdido a metade de sua população.

para saber mais http://www.miniweb.com.br/Historia/Artigos/i_media/peste_negra.html

A Estatua da Liberdade

Hoje, a Estatua da Liberdade faz aniversário.Desenhada por Frédéric Bartholdi, a estatua foi uma oferta amistosa do povo francês ao povo dos Estados Unidos. O Presidente americano Grover Cleveland foi quem a ergueu oficialmente. A escultura tem uma altura de 152 pés e representa uma mulher que sustenta uma tocha acesa por cima da sua cabeça. A estátua foi construída na França, tendo sido desmontadas as peças e enviadas para Nova Iorque. Os seus materiais: cobre e aço. Reconstruída em frente de Nova Iorque, na Ilha Bedloe, o monumento foi dedicado ao Presidente Cleveland, a 28 de Outubro de 1886. Seis anos depois, a Ilha de Ellis, adjacente à Ilha de Bedloe, foi aberta como estação de entrada principal para os imigrantes que vinham para os Estados Unidos. Durante as três décadas seguintes, a Estátua da Liberdade deu as boas-vindas a 12 milhões de imigrantes à sua nova casa.
Esses imigrantes procuram na terra americana um abrigo seguro e a estatua é o símbolo da promessa de liberdade. Mas o que poucos sabem, é que o poema gravado nos pés da estátua, famoso em todo solo americano, e que expressa a angústia e a esperança destes homens, é de autoria de uma poetisa judia americana, Emma Lazarus.

sexta-feira, 26 de outubro de 2007

Guerra dos Sete Anos


(Memorial da Guerra dos Sete Anos em Krefeld (Renânia do Norte-Vestfália)

A Guerra dos Sete anos, além de ter acarretado gastos monumentais, tirou importantes colônias da França ( Canadá, Índia, entre outras, passaram para o dominio inglês) No ano de 1756 a 1763, conflito entre Inglaterra e França se alastra do território norte-americano ao continente europeu Sua origem está na rivalidade econômica e colonial franco-inglesa nos EUA e na Índia e na ocupação dos estados franceses da Terranova e Nova Escócia, no norte da América, por colonos britânicos instalados na costa nordeste. Em reação, tropas da França aliam-se a tribos indígenas e atacam as 13 colônias inglesas da região. Diante da investida francesa, estas são obrigadas a unir-se à Coroa britânica, deixando de lado os atritos comerciais com a metrópole. A Inglaterra é a vencedora do conflito, chamado pelos norte-americanos de "a guerra contra os franceses e os índios".

quinta-feira, 25 de outubro de 2007

Thomas Hobbes(1588-1679)

O mais conhecido defensor do absolutismo, autor de Leviatã. O título da obra refere-se ao poderoso monstro bíblico no qual deveram os monarcas espelhar-se para o exercício do poder.Em sua opinião, onde não vigorasse o absolutismo do Estado imperaria a insegurança e o caos social, pois sendo o homem naturalmente perverso, só um Estado forte poderia coibir seus abusos. O que Hobbes admitia é a existência do pacto social. Esta é a sua originalidade e novidade. A justificação de Hobbes para o poder absoluto é estritamente racional e friamente utilitária, completamente livre de qualquer tipo de religiosidade e sentimentalismo, negando implicitamente a origem divina do poder.
Para saber mais sobre o pensamento político de Hobbes:

terça-feira, 23 de outubro de 2007

Neandertal


Os neandertais eram habitanes da Ásia e da Europa a cerca de 29 mil anos atrás, eram adaptados ao frio, seu cérebro maior que os humanos modernos, possuiam uma estatura mais ou menos de 1,65m e credita-se que eram musculosos. Cientistas espanhóis e franceses descobriram que os dentes de um neandertal maturavam mais cedo do que os humanos. Esta descoberta levou a dedução que os neandertais ficavam adultos mais cedo, cerca de 3 anos antes que nós, humanos modernos.
Seu estilo característico de fabricação de ferramentas de pedra é chamado de cultura musteriense. Eles viviam em tendas a céu aberto ou em cavernas onde havia caça em abundancia.

segunda-feira, 22 de outubro de 2007

Origem dos 60 minutos e segundos


Sempre corri dos números, traumas de infância, achava que como estudante de História estaria bem longe de números, claro que constatei logo no primeiro dia de faculdade que isto era impossível, a História também usa matemática. Assim, como estudante da Hsitória da humanidade, mas pela curiosidade do que outra coisa, pensei: como será que surgiu a divisão do tempo em minutos e segundos e porque a utilização do número 60? Fui pesquisar na internet, livros, revistas, alguma coisa que me desse idéia dessa divisão e descobri que a utilização númerica começou em 2000 a.C. com os súmerios, que criaram o sistema sexagesimal. A escolha dos sumérios é bastante pessoal, porque a maioria das sociedades humanas escolheram os números 5, 10 e 20 como número base. Mas os sumérios achavam que o número 60 seria melhor por ser divisível por 1,2,3,4,5 e 6, naquela época não havia máquinas de calcular e as contagens eram feitas nos dedos( nossa eu faço isso até hoje), assim a facilidade de contagem nos dedos levaram os sumérios utilizarem este número.A base sexaginal também deu origem a outras diversas unidades antigas como a dpuzia, submúltiplo de 60( 60 dividido por 5), que foi usada paa dividir parte clara e parte escura do dia em 12 horas cada. Assim, em 1670, surgiu os minutos e o cientista holandês Chistian Huygens decidiu manter a divisão suméria, depois, em 1800 a necessidade de medir intervalos menores, surge o segundo.

domingo, 21 de outubro de 2007

Calendário maia

Em Juíz de Fora, no ano de 1993, Franz Joseph Hochleitner, um austríaco ( brasileiro), que veio morar a mais de 40 anos na cidade mineira, lecionou na Universidade Federal de Juiz de Fora, aposentando-se em 1985, decifrou o calendário maia, considerado um dos sistemas mais complexos do mundo.
Segundo o professor, os maias usavam dois calendários ao mesmo tempo para datar os principais acontecimentos de sua história, um calendário religioso e outro civil( alguns historiadores chamam de solar). O calendário religioso compreendia 260 dias, divididos em 13 meses de 20 dias. Cada dia tinha um nome diferente. O calendário civil, de 365 dias, continha 18 meses de 20 dias e mais um mês de cinco dias finais.O refinamento do sistema de calendário maia foi de tal ordem que, sem contar com telescópios ou conhecimentos sobre medição de ângulos, os cálculos sobre movimento de vários planetas como Vênus, Marte, Júpiter e Saturno foram muito preciso.