terça-feira, 16 de dezembro de 2008
O verdadeiro Asterix foi derrotado por César
Postado por Cris às 20:01 0 Fazendo a Diferença
Marcadores: Notícia na História
segunda-feira, 15 de dezembro de 2008
A história de papai Noel
A história de papai Noel é inspirada na lenda de São Nicolau. Ele era um bondoso homem que viveu na região da Turquia em 280 d.C.. Conhecido pro sua bondade e generosidade Nicolau se preocupava com seus semelhantes e procurava ajudar a todos, principalmente os mais pobres. Foi dele a idéia de arrecadar donativos no Natal para aliviar os mais necessitados, assim ele arrecadava comida, roupas e brinquedos.Nicolau ingressou para o seminário e doou todos os seus bens.Foi transformado em santo (São Nicolau) após várias pessoas relatarem milagres atribuídos a ele.
A história de NIcolau tornou-se conhecida, porém ela acabous endo misturada com a lenda da Escandinávia na qual um mago bondoso, que vivia em uma floresta,na época do Natal presenteava as crianças comportadas.Este mago passou a ser representado pela figura de um velhinho, com grande barba branca e olhar sereno. Com o passar do tempo esta lenda ganhou o mundo e passou a fazer parte do imagináio infantil.
Nos anos 30, a figura do Papai Noel, tornou-se popular mundialmente, com as mesmas características que encontramos hoje em dia: as famosas roupas vermelhas. Isso ocorreu devido a uma campanha publicitária encomendada pela Coca-Cola para a época do Natal, as roupas vermelhas são as mesmas da marca. A campanha obteve um êxito tão grande que desde então a figura do papai Noel passou a ser representada com as roupas vermelhas.
A história de NIcolau tornou-se conhecida, porém ela acabous endo misturada com a lenda da Escandinávia na qual um mago bondoso, que vivia em uma floresta,na época do Natal presenteava as crianças comportadas.Este mago passou a ser representado pela figura de um velhinho, com grande barba branca e olhar sereno. Com o passar do tempo esta lenda ganhou o mundo e passou a fazer parte do imagináio infantil.
Nos anos 30, a figura do Papai Noel, tornou-se popular mundialmente, com as mesmas características que encontramos hoje em dia: as famosas roupas vermelhas. Isso ocorreu devido a uma campanha publicitária encomendada pela Coca-Cola para a época do Natal, as roupas vermelhas são as mesmas da marca. A campanha obteve um êxito tão grande que desde então a figura do papai Noel passou a ser representada com as roupas vermelhas.
Postado por Cris às 20:25 0 Fazendo a Diferença
Marcadores: Data Comemorativa
domingo, 14 de dezembro de 2008
A camisinha
Meus amigos, se hoje os homens e mulheres reclamam de usar as camisinhas para se protegerem de doenças sexualmente transmissíveis e de uma gravidez indesejada , imaginem quando tudo isso começou?
As primeiras menções escritas referentes ao uso de camisinhas estão no Egito Antigo.e acordo com Aine Collier, professora da Universidade de Maryland, nos EUA, e autora do livro "The Humble Little Condom: A History" ('A Pobre pequena camisinha: uma história', ainda não traduzido para o português): "o rico egípcio usava finas camisinhas de papiro e garantiam que elas estariam salvas após a sua morte, elaborando coberturas para o pênis feitas de couro e pele".Confesso a todos vocês que fiquei surpresa com esta pesquisa, jamais imaginei que o uso deste artefato fosse tão antigo, porém, quanto mais fui aprofundando a pesquisa descobri que relatos sobre o uso da camisinha foram mencionados na poesia grega, mas foi na idade Média que ela surgiu com força total e teve seu apogeu.Segundo Collier, homens e mulheres eram aconselhados a usar uma cobertura de pêlos de crina de mula durante o sexo. "Eles acreditavam que o artefato era mágico e prevenia a gravidez". Outra forma inusitada de proteção era a usada durante o Renascimento, quando mulheres colocavam aranhas mortas embaixo do braço para tentar não engravidar. "Claro que nada disso funcionava", diz Collier.
Outras pesquisas comprovam que o uso da camisinha também era um costume entre os chineses, existe até uma publicação sobre este fato em um artigo sobre a história da camisinha publicado pela Real Sociedade de Medicina inglesa.Os chineses usavam uma camisinha de papel de seda antigo e os japoneses costumavam usar uma carapaça feita de casco de tartaruga ou de couro fino. Na Europa, as camisinhas originais eram feitas de intestino de ovelha, bezerro ou cabra. Esses tipos ainda são fabricados hoje. Mais caros e com o incomodo extra de ter uma costura, são comprados principalmente por pessoas que têm alergia ao látex.Muito interessante não acham?
O mais interessante e que também foi publicado no mesmo artigo é que o anatomista Gabriello Fallopio fez, em 1564, uma pesquisa com camisinhas, publicada dois anos antes de sua morte, afirmando ter inventado a carapuça de linho que protegia contra a sífilis, sendo que seu experimento foi testado em 1100 homens, e nenhum deles foi infectado.
MAs devemos nos dias de hoje, agradecer a Charles Goodyear ter inventado o processo de vulcanização da borracha,assim em 1840, os produtores norte-americanos usaram pela primeira vez a substância, fazendo uma camisinha dura, grossa e desconfortável. A maioria dos homens e mulheres ainda preferia o produto de origem animal até o final do século XIX, quando alemães melhoraram o produto, deixando-o mais confortável.
A camisinha foi proibida muitas vezes na história - e ainda é condenada pela igreja Católica. O mesmo aconteceu na Itália, Espanha e França. Os franceses baniram a camisinha no termino da Segunda Guerra por medo que a população diminuísse, e nos Estados Unidos uma Lei de 1870 também proibiu o seu uso, sendo que mesmo assim elas continuaram sendo fabricadas e vendidas às escondidas até o final do século XX.
As primeiras menções escritas referentes ao uso de camisinhas estão no Egito Antigo.e acordo com Aine Collier, professora da Universidade de Maryland, nos EUA, e autora do livro "The Humble Little Condom: A History" ('A Pobre pequena camisinha: uma história', ainda não traduzido para o português): "o rico egípcio usava finas camisinhas de papiro e garantiam que elas estariam salvas após a sua morte, elaborando coberturas para o pênis feitas de couro e pele".Confesso a todos vocês que fiquei surpresa com esta pesquisa, jamais imaginei que o uso deste artefato fosse tão antigo, porém, quanto mais fui aprofundando a pesquisa descobri que relatos sobre o uso da camisinha foram mencionados na poesia grega, mas foi na idade Média que ela surgiu com força total e teve seu apogeu.Segundo Collier, homens e mulheres eram aconselhados a usar uma cobertura de pêlos de crina de mula durante o sexo. "Eles acreditavam que o artefato era mágico e prevenia a gravidez". Outra forma inusitada de proteção era a usada durante o Renascimento, quando mulheres colocavam aranhas mortas embaixo do braço para tentar não engravidar. "Claro que nada disso funcionava", diz Collier.
Outras pesquisas comprovam que o uso da camisinha também era um costume entre os chineses, existe até uma publicação sobre este fato em um artigo sobre a história da camisinha publicado pela Real Sociedade de Medicina inglesa.Os chineses usavam uma camisinha de papel de seda antigo e os japoneses costumavam usar uma carapaça feita de casco de tartaruga ou de couro fino. Na Europa, as camisinhas originais eram feitas de intestino de ovelha, bezerro ou cabra. Esses tipos ainda são fabricados hoje. Mais caros e com o incomodo extra de ter uma costura, são comprados principalmente por pessoas que têm alergia ao látex.Muito interessante não acham?
O mais interessante e que também foi publicado no mesmo artigo é que o anatomista Gabriello Fallopio fez, em 1564, uma pesquisa com camisinhas, publicada dois anos antes de sua morte, afirmando ter inventado a carapuça de linho que protegia contra a sífilis, sendo que seu experimento foi testado em 1100 homens, e nenhum deles foi infectado.
MAs devemos nos dias de hoje, agradecer a Charles Goodyear ter inventado o processo de vulcanização da borracha,assim em 1840, os produtores norte-americanos usaram pela primeira vez a substância, fazendo uma camisinha dura, grossa e desconfortável. A maioria dos homens e mulheres ainda preferia o produto de origem animal até o final do século XIX, quando alemães melhoraram o produto, deixando-o mais confortável.
A camisinha foi proibida muitas vezes na história - e ainda é condenada pela igreja Católica. O mesmo aconteceu na Itália, Espanha e França. Os franceses baniram a camisinha no termino da Segunda Guerra por medo que a população diminuísse, e nos Estados Unidos uma Lei de 1870 também proibiu o seu uso, sendo que mesmo assim elas continuaram sendo fabricadas e vendidas às escondidas até o final do século XX.
Postado por Cris às 13:10 0 Fazendo a Diferença
Marcadores: Curiosidades na História
Ponte Rio-Niterói
Uma vez eu estava na Net e um amigo me passou um link onde aparecia a ponte Rio-Niterói na camera e ao vivo, fiquei horas admirando o vai-vem dos automóveis, me senti boba e ao mesmo tempo encantada com sua estrutura, hoje decidi fazer uma homenagem a esta ponte, que por sinal é uma das mais bela do Brasil.
O seu nome verdadeiro é Ponte Presidente e Silva, mais conhecida como Ponte Rio-Niterói, sua construção teve inicio em 1968, passou por diversos transtornos próprios de obras públicas que dependem da verba e de organização política de um Estado. Por isso, teve duas empresas de construção, a primeira construtora contratada sob licitação, CCRN – consórcio Construtor Rio-Niterói, teve o contrato rescindido em Janeiro de 1971, após período de paralisação. A segunda, a construtora estatal ECEX – Empresa de construção e Engenharia de Obras Especiais, sob o consórcio “Construtor Guanabara”. Assim em 04 de Março de 1974, a ponte foi inaugurada. Sua localização exata é na rodovia BR-101, passando a Baía de Guanabara, ligando as duas cidades: Rio de Janeiro e Niterói.
A Ponte já serviu de cenário para filmes e novelas, as novelas que mais destacaram a construção, “Por Amor” de 1997, e a recente “Beleza Pura” de 2008, foram feitas pela TV Globo, tendo a cidade de Niterói com um dos cenários da trama. Quando a ponte engarrafa causa danos aos horários de seus usuários, e na passagem para a cidade de Niterói é cobrado pedágio.
O seu nome verdadeiro é Ponte Presidente e Silva, mais conhecida como Ponte Rio-Niterói, sua construção teve inicio em 1968, passou por diversos transtornos próprios de obras públicas que dependem da verba e de organização política de um Estado. Por isso, teve duas empresas de construção, a primeira construtora contratada sob licitação, CCRN – consórcio Construtor Rio-Niterói, teve o contrato rescindido em Janeiro de 1971, após período de paralisação. A segunda, a construtora estatal ECEX – Empresa de construção e Engenharia de Obras Especiais, sob o consórcio “Construtor Guanabara”. Assim em 04 de Março de 1974, a ponte foi inaugurada. Sua localização exata é na rodovia BR-101, passando a Baía de Guanabara, ligando as duas cidades: Rio de Janeiro e Niterói.
A Ponte já serviu de cenário para filmes e novelas, as novelas que mais destacaram a construção, “Por Amor” de 1997, e a recente “Beleza Pura” de 2008, foram feitas pela TV Globo, tendo a cidade de Niterói com um dos cenários da trama. Quando a ponte engarrafa causa danos aos horários de seus usuários, e na passagem para a cidade de Niterói é cobrado pedágio.
Postado por Cris às 12:38 0 Fazendo a Diferença
Marcadores: Notícia na História
sábado, 13 de dezembro de 2008
O Natal
Eu já fiz um post sobre a origem do natal no ano passado, mas como não queria deixar passar em branco, resolvi postar algo .
Este blog é dedicado a história da humanidade e das culturas, assim, o Natal está em várias culturas, porque é uma das mais coloriadas festas da humanidade, é época de pensar no outro, em pensa em fraternidade, mesmo que estes pensamentos acabem logo no ínicio de janeiro.
Tudo é permitido no Natal, a fantasia está solta, a idéia de que existe um velhinho de barba branca, vestido com roupa de lã e botas, castanhas, trenós, renas, foi introduzido pelo simbolismo norte-americano e muito bem aceito por nós.(adoramos a cultura alheia) E assim, até os antinatalinos acabam em concessões, um presentinho aqui, outro acolá. Uma estrelinha de belém na porta de casa, a árvore colorida, um mimo para marcar a celebração da vida, que é o autêntico sentido da festa. Independente do consumismo, tão marcante, o Natal mantem símbolos sagrados do dom, do mistério e da gratuidade ( no sentido de doar-se ou de doar, afinal somos solidários e provamos isto quando as campanhas aparecem na televisão e nos comovem, mesmo que ao lado da nossa casa alguém esteja caído e somos incapazes de perguntar se está necessitando de algo, mas... isto é uma outra história.)
A história da festa vem de uma época muito distante quando a Igreja Católica introduziu o Natal em substituição a uma festa mais antiga do Império Romano, a festa do deus Mitra, que anunciava a volta do Sol em pleno inverno do Hemisfério Norte. A adoração a Mitra, divindade persa que se aliou ao sol para obter calor e luz em benefício das plantas, foi introduzida em Roma no último século antes de Cristo, tornando-se uma das religiões mais populares do Império.
A data conhecida pelos primeiros cristãos foi fixada pelo Papa Júlio 1º para o nascimento de Jesus Cristo como uma forma de atrair o interesse da população. Nenhum historiador até os dias de hoje, conseguiram provas que a data seja realmente do nascimento do Cristo, alguns acreditam que o Cristo nasceu em abril.Pouco a pouco o sentido cristão modelou e reinterpretou o Natal na forma e intenção e diga-se de passagem em torno dos seus interesses. Conta a Bíblia que um anjo anunciou para Maria que ela daria a luz a Jesus, o filho de Deus. Na véspera do nascimento, o casal viajou de Nazaré para Belém, chegando na noite de Natal. Como não encontraram lugar para dormir, eles tiveram de ficar no estábulo de uma estalagem. E ali mesmo, entre bois e cabras, Jesus nasceu, sendo enrolado com panos e deitado em uma manjedoura. Pastores que estavam próximos com seus rebanhos foram avisados por um anjo e visitaram o bebê. Três reis magos que viajavam há dias seguindo a estrela guia igualmente encontraram o lugar e ofereceram presentes ao menino: ouro, mirra e incenso. No retorno, espalharam a notícia de que havia nascido o filho de Deus. Por isso a troca de presente é tao evidenciada até nossos dias, porque simboliza os reis que vieram render homenagem ao pequenino.
Só me resta agora desejar a todos um FELIZ NATAL!
beijos
Postado por Cris às 12:13 2 Fazendo a Diferença
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A importãncia do NIlo
O rio Nilo localiza-se no continente africano. Nasce na região central da África, no lago Vitória, atravessando a região central e nordeste do continente.
O rio Nilo atravessa três países africanos: Uganda, Sudão e Egito. Desemboca, em formato de delta, no Mar Mediterrâneo. O Nilo é o segundo rio mais extenso do mundo com 6.650 quilômetros. Vale lembrar que o rio Amazonas é o primeiro nesta categoria.O rio Nilo ganhou o formato que tem hoje na fase final da Era Terciária. Ele lança no Mar Mediterrâneo uma média de 2700 metros cúbicos de água por segundo.Atualmente, o rio assume uma grande importância, principalmente no Egito. É usado como via de transporte, sistemas de irrigação da agricultura e também para gerar energia elétrica, através da usina hidrelétrica de Assuã.
A palavra Nilo é oriunda do latim Nilus que deriva do grego Neilos, os egípcios chamava o rio Nilo de Aur ou Ar, que significa “negro”. No decorrer da história, o rio Nilo sempre desempenhou um papel fundamental para diversas nações, especialmente para a civilização egípcia.
O Nilo é tão importante para o Egito que grande parte da população, cerca de 90%, se encontra estabelecida em suas margens.
A origem da civilização egípcia teve início há aproximadamente 5 mil anos, para o desenvolvimento da agricultura, em uma área de deserto, o Egito sempre foi dependente do ciclo do rio, com cheias e vazantes.
Para saber mais:http://www.fiorgeograf.com.br/ ou http://www.infoescola.com/hidrografia/rio-nilo/
Postado por Cris às 12:06 0 Fazendo a Diferença
Marcadores: Notícia na História
Perucas antigas eram feitas com crina de cavalo e de bode
Achei superinteressante uma matéria vinculada no site da globo. com sobre a origem e história das perucas, em um outro post aqui mesmo neste blog eu já havia comentado sobre a história da peruca, por isso eu vou colocar na íntegra a matéria da globo. beijos
Perucas antigas eram feitas com crina de cavalo e de bode
Acessório é usado desde o Egito antigo e era sinônimo de prestígio.Formas e estilos dos fios variaram através dos séculos.
Acessório é usado desde o Egito antigo e era sinônimo de prestígio.Formas e estilos dos fios variaram através dos séculos.
Se hoje a peruca é vista com preconceito, ela já foi sinal de status. Sucesso nas festas à fantasia de hoje, elas nem sempre foram popularmente usadas como deboche. Antigamente, eram sinônimo de elegância, estilo e prestígio.
Do Egito Antigo ao seu auge, nos séculos XVI e XVII, o preparo dos fios postiços deu à profissão de peruqueiro uma reputação única. E, pelo alto valor e raridade dos fios naturais, muitas perucas eram feitas com crina de cavalo e de bode.
As perucas surgiram por necessidade de se proteger do frio e por questões higiênicas. Os egípcios eram especialistas em fazer cabelos falsos, tanto para homens como para mulheres. Assim como os turbantes, eles deixavam a cabeça fresca, protegendo-a do sol. Para usá-las, os cabelos deveriam ser curtos ou raspados. Geralmente, o topo era feito de cabelos encaracolados, e as laterais, de um conjunto de plantas. Quem não podia pagar por um cabelo de verdade, usava lã.No tempo dos romanos, a peruca ficou famosa principalmente entre as mulheres - era um jeito fácil de ser loira, algo desejável numa terra de morenas. Depois disso, não há registros de uso de perucas até o final do século XVI.
Do Egito Antigo ao seu auge, nos séculos XVI e XVII, o preparo dos fios postiços deu à profissão de peruqueiro uma reputação única. E, pelo alto valor e raridade dos fios naturais, muitas perucas eram feitas com crina de cavalo e de bode.
As perucas surgiram por necessidade de se proteger do frio e por questões higiênicas. Os egípcios eram especialistas em fazer cabelos falsos, tanto para homens como para mulheres. Assim como os turbantes, eles deixavam a cabeça fresca, protegendo-a do sol. Para usá-las, os cabelos deveriam ser curtos ou raspados. Geralmente, o topo era feito de cabelos encaracolados, e as laterais, de um conjunto de plantas. Quem não podia pagar por um cabelo de verdade, usava lã.No tempo dos romanos, a peruca ficou famosa principalmente entre as mulheres - era um jeito fácil de ser loira, algo desejável numa terra de morenas. Depois disso, não há registros de uso de perucas até o final do século XVI.
A era de ouro da falsa cabeleira
O ano de 1660 é conhecido pela popularização da peruca, como escreveram Katherine Lester e Bess Oerke, em "Accessories of Dress". Antes, Luis XIII, rei da França, usava perucas de cabelos naturais. Seu sucessor, Luis XIV, era famoso por sua cabeleira farta, mas teve que adotar a peruca quando ficou calvo, aos 32 anos. Na Inglaterra, o rei Carlos II sempre foi adepto da peruca, primeiro de cor preta e depois marrom. Prestigiada na cabeça da nobreza, ela se tornou um dos acessórios mais importantes do estilo masculino da época.
Sua popularização levou a uma enorme procura por cabelos naturais, que ficaram caros. Há histórias, inclusive, de crianças achadas sozinhas nas ruas que tinham seus cabelos cortados. A alta dos preços fez com que se popularizassem perucas de crinas de bode e de cavalo ou de fibra vegetal. Era comum também que viessem polvilhadas com pó branco.
Os peruqueiros se tornaram célebres, e sua atividade ganhou status de arte. Diz-se que o rei francês Luis XV tinha a seu dispor 40 peruqueiros. Foi durante seu reinado que a peruca ganhou um laço de fita de seda na altura da nuca.
Nesse período, a peruca era o orgulho do homem, e um cavalheiro distinto não poderia aparecer em publico sem a sua. A falta dela, em algumas classes sociais, era considerada até ofensiva.
Parte da igreja questionava e até abominava o uso da peruca. Em 1690, Jean-Baptiste Thiers, padre de Champrond, na França, publicou por sua conta um livro de 550 páginas chamdo "História da peruca", em que detonava quem a usava. A obra virou uma Bíblia para os que queriam agredir a peruca.
Roubos nos EUA
A moda das perucas chegou aos Estados Unidos por volta de 1675, entre os mais ricos, que tinham o costume de raspar a cabeça. O preço era caro, e isso gerou uma onda de ladrões de peruca, que eram conhecidos por levarem a cabeleira falsa no meio de multidões e deixarem os homens carecas. Muitos políticos puritanos protestaram contra as perucas, que chamavam de ‘moita de vaidade’. Em 1700, as perucas passaram a adornar não só as cabeças de norte-americanos ricos, mas também de serventes, militares e comerciantes. Eles podiam escolher entre vários estilos: compridos, curtos, com cabelos enrolados ou rabo-de-cavalo.
Declínio
O ano de 1660 é conhecido pela popularização da peruca, como escreveram Katherine Lester e Bess Oerke, em "Accessories of Dress". Antes, Luis XIII, rei da França, usava perucas de cabelos naturais. Seu sucessor, Luis XIV, era famoso por sua cabeleira farta, mas teve que adotar a peruca quando ficou calvo, aos 32 anos. Na Inglaterra, o rei Carlos II sempre foi adepto da peruca, primeiro de cor preta e depois marrom. Prestigiada na cabeça da nobreza, ela se tornou um dos acessórios mais importantes do estilo masculino da época.
Sua popularização levou a uma enorme procura por cabelos naturais, que ficaram caros. Há histórias, inclusive, de crianças achadas sozinhas nas ruas que tinham seus cabelos cortados. A alta dos preços fez com que se popularizassem perucas de crinas de bode e de cavalo ou de fibra vegetal. Era comum também que viessem polvilhadas com pó branco.
Os peruqueiros se tornaram célebres, e sua atividade ganhou status de arte. Diz-se que o rei francês Luis XV tinha a seu dispor 40 peruqueiros. Foi durante seu reinado que a peruca ganhou um laço de fita de seda na altura da nuca.
Nesse período, a peruca era o orgulho do homem, e um cavalheiro distinto não poderia aparecer em publico sem a sua. A falta dela, em algumas classes sociais, era considerada até ofensiva.
Parte da igreja questionava e até abominava o uso da peruca. Em 1690, Jean-Baptiste Thiers, padre de Champrond, na França, publicou por sua conta um livro de 550 páginas chamdo "História da peruca", em que detonava quem a usava. A obra virou uma Bíblia para os que queriam agredir a peruca.
Roubos nos EUA
A moda das perucas chegou aos Estados Unidos por volta de 1675, entre os mais ricos, que tinham o costume de raspar a cabeça. O preço era caro, e isso gerou uma onda de ladrões de peruca, que eram conhecidos por levarem a cabeleira falsa no meio de multidões e deixarem os homens carecas. Muitos políticos puritanos protestaram contra as perucas, que chamavam de ‘moita de vaidade’. Em 1700, as perucas passaram a adornar não só as cabeças de norte-americanos ricos, mas também de serventes, militares e comerciantes. Eles podiam escolher entre vários estilos: compridos, curtos, com cabelos enrolados ou rabo-de-cavalo.
Declínio
A Revolução Francesa, em 1789, deu o golpe final no uso geral e costumeiro das perucas, que entrou em declínio e saiu de moda - a simplicidade dominou o período. Mais tarde, a peruca até foi usada, mas não de maneira tão popular. Hoje, ela permanece em algumas ocasiões formais. Um exemplo são os tribunais criminais da Inglaterra. Em 2007, o lorde Phillips of Worth Matravers disse que as perucas, usadas por profissionais britânicos da área jurídica desde o século XVII, não seriam mais necessárias em casos civis ou de família - apenas em tribunais criminais. Uma pesquisa realizada em 2003 indicou que mais de dois terços dos entrevistados queriam eliminar as perucas em casos civis.
Críticos das perucas classificam-nas como anacrônicas, assim como desconfortáveis e caras. Uma peruca para uso em tribunais, na altura do ombro, chega a custar mais de US$ 3 mil - cerca de R$ 7 mil.
Postado por Cris às 11:57 0 Fazendo a Diferença
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