sábado, 3 de outubro de 2009
Casa do saber
Postado por Cris às 12:39 0 Fazendo a Diferença
terça-feira, 7 de julho de 2009
O bolo de noiva - origem e história

O bolo de noiva teve a sua origem numa antiga tradição romana que consistia em partir um pequeno pedaço de pão sobre a cabeça da noiva, a fim de lhe desejar fertilidade, mais pão do que bolo, geralemnte tinha forma de pássaro e o noivo comia um pedaço antes de jogar o resto na noiva.Com isto, acreditava-se, ficava simbolizado o romper do hímen e o domínio do noivo sobre a noiva. Os convidados apanhavam as migalhas e dividiam-nas entre eles porque, dizia-se que davam sorte. Com o evoluir da forma do bolo, tornou-se impossível manter esta tradição.
Na época medieval, em Inglaterra, em vez de um bolo de pão havia vários bolos (doces) mais pequenos. Eram trazidos pelos convidados e empilhados uns em cima dos outros; cabia aos noivos tentarem beijar-se por cima da pilha. Se conseguissem seria um sinal de que teriam muitos filhos. Diz-se que assim surgiu o bolo de casamento em andares, como existe atualmente.
Mais tarde, no século XVII, surgiu a tarte da noiva que se tornou bastante popular no início do século XIX. Não era obrigatória nos casamentos, mas era muito comum nas cerimónias mais modestas. Era uma tarte com recheio de pão doce, ou de carne, como uma espécie de empada gigante. Lá dentro tinha um anel de vidro. A convidada que encontrasse o anel seria a próxima a casar.
No fim do século XIX, o bolo de casamento tornou-se usual. Chamava-se bolo da noiva, para mostrar que o mais importante no casamento era a noiva. No início, os bolos só tinham um andar, e eram, normalmente, de ameixa.
Mais tarde surgiram os bolos cobertos com açúcar refinado. Nesta época, os ingredientes não se encontravam facilmente, especialmente os da cobertura. Mas, uma cobertura branca significava que era feita do melhor açúcar. Assim, as famílias eram consideradas mais influentes, quanto mais branco fosse o bolo. Na época Vitoriana, esta cor passou a ter uma conotação simbólica: a da pureza e virgindade.
No século XVII, surgiu a ideia de que as convidadas deveriam pôr uma fatia de bolo debaixo da almofada antes de se deitarem. Dizia-se que assim sonhariam com o futuro marido. Mas, um século depois, a fatia ficou reduzida a migalhas (que deveriam ser passadas pela aliança da noiva), e, novamente, colocadas debaixo da almofada. Esta tradição quebrou-se quando as regras da cerimónia impuseram que a noiva não tirasse, fosse por que motivo fosse, a aliança depois da cerimónia religiosa.
Um costume que perdura até aos nossos dias, principalmente em algumas zonas do Reino Unido e América, é o de guardar o último andar do bolo, congelando-o, para comemorar o primeiro aniversário de casamento. Esta ideia surgiu no século XIX, numa altura em que era comum os filhos aparecerem pouco depois do casamento. Assim, o terceiro andar do bolo podia servir para o batizado.Cada coisa não é?
Fonte: http://www.portalsaofrancisco.com.br/alfa/casamento/tradicao-do-casamento-2.php
Postado por Cris às 20:40 3 Fazendo a Diferença
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terça-feira, 30 de junho de 2009
Hijab (véu)

Hijab (véu), quer dizer, em árabe, "o que separa duas coisas". O véu da noiva significa separar-se da vida de solteira, para entrar em uma nova vida; a de esposa.
A origem do uso do véu esta na antigüidade quando era usado como parte do vestuário feminino, principalmente pelas mulheres da nobreza, pois sua pele devia ser clara. As camponesas tinham a pele escura curtida pelo sol. A função do véu era proteger os cabelos e a pele do rosto e pescoço contra danos causados pelo sol e pelo vento.
Alguns historiadores afirmam que o véu de noiva tem origem na Grécia e depois em Roma, pois eles entendiam que que o véu protegeria a noiva dos infortúnios, dos maus espíritos e também de outros possíveis admiradores.
Na Idade Média, o uso do véu entre as mulheres dos povos Anglo-saxões se dava apenas entre as mulheres casadas, e jovens solteiras não podiam usa-lo.
O véu tem seu significado religioso no Cristianismo pois ele aparece em todas as representações de Maria, Mãe de Jesus Cristo. O uso do véu na igreja era comum antes da década de 1960.
O véu da noiva também esta ligado a mitologia, pois Ishtar, a antiga Deusa do Amor, surgiu das profundezas e os vapores da terra e do mar cobriram-na " como um véu ".
O véu é uma peça misteriosa pois ao mesmo tempo que esconde, destaca a beleza da mulher.
Existem muitas outras tradições, histórias e explicações para o uso de véu de noiva, uma das justificativas mais conhecidas fala sobre a virgindade da noiva, representada pelo seu véu branco.
Fonte: Enciclópedia do Mundo e alguns sites na net
Postado por Cris às 21:29 0 Fazendo a Diferença
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segunda-feira, 29 de junho de 2009
Origem do buquê de noiva
A tradição do buquê de noiva está ligada a simbologia da vida, já que as flores são os órgãos reprodutores das plantas, portanto está ligada a fertilidade. Acredita-se que o buquê teria surgido na Grécia como uma espécie de amuleto contra o mau-olhado e, o buquê era feito com uma mistura de alho, ervas e grãos. Esperava-se que o alho afastasse maus espíritos e as ervas ou grãos garantiam uma união frutífera.
Na Idade Média era comum a noiva fazer o trajeto a pé para a igreja e no caminho recebia flores ou ervas e temperos para trazer felicidade e boa sorte. Ao fim do trajeto ela tinha já formado um buquê e cada um destes presentes tinha um significado referente, assim os antigos romanos costumavam atirar flores no trajeto da noiva, pois acreditavam que as pétalas fariam a noiva ter sorte e dar carinho ao marido.

Na Europa, durante a Idade Média, os arranjos começaram a tornar-se mais sofisticados, devido à chegada de flores exóticas.
Na época Vitoriana, era impróprio declarar abertamente seus sentimentos, criou-se então a “Linguagem das Flores” para demonstrar suas intenções sem falar uma palavra sequer. Os buquês passaram a ser escolhidos por causa do significado das flores.
Na antiga Polônia, acreditava-se que, colocando açúcar no buquê da noiva, seu temperamento se manteria "doce" ao longo do casamento.
Antigamente havia o hábito de guardar o buquê sob uma redoma de vidro, exposto sobre algum móvel na sala ou na cômoda do quarto.
Nos dias de hoje, o buquê é essencial para que o traje da noiva esteja completo. Ele pode ser feito de flores naturais ou artificiais.
Nos casamentos realizados na parte manhã ou a tarde, é aconselhável que o buquê seja de pequeno ou médio porte e com flores do campo ou flores coloridas, já para as cerimônias a noite recomenda-se buquê maior com flores mais nobres e chamativas.
Os formatos dos buquês podem ser: pequeno e redondo, cheio e redondo, tipo cascata ou tipo braçada.
Lembre-se que os buquês em flores naturais devem ser conservados em água ou no refrigerador, dependendo da flora, até a hora do casamento.
O importante é você escolher um buquê de acordo com seu vestido e personalidade e caso você não queira se desfazer do buquê então faça outro para ser tradicionalmente jogado às convidadas. Essa tradição já era praticada na antiguidade e por isso confeccionava-se dois buquês: o primeiro, abençoado pelo sacerdote era guardado. O segundo, era lançado em direção às mulheres solteiras. Aquela que conseguir pegá-lo, teria a sorte de ser a próxima a casar.

Abaixo os significado das flores:
· Cactus: perseverança
· Copo de leite: reconciliação
· Tulipa: declaração de amor
· Coroa imperial: majestade, poder
· Margarida: inocência, virgindade
· Camélia: beleza perfeita
· Cravo amarelo: desprezo
· Lírio: pureza
· Miosótis: fidelidade
· Flores do campo: juventude
· Celósia: fertilidade
· Cravos variados: rejeição
· Crisântemo: paixão
· Rosas: amor em suas várias formas
· Dália: crescimento
· Hortência: frieza, indiferença
· Dedaleira: falsidade
· Gerânio escuro: tristeza
· Dente-de-leão: oráculo
· Gérbera: vida, energia
Fonte: SOS noivas, Superinteressante, períodicos entre outras fontes na internet.
Postado por Cris às 19:41 3 Fazendo a Diferença
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quinta-feira, 28 de fevereiro de 2008
O fado
Postado por Cris às 14:14 3 Fazendo a Diferença
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segunda-feira, 25 de fevereiro de 2008
Fogo!
Postado por Cris às 17:05 7 Fazendo a Diferença
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quinta-feira, 21 de fevereiro de 2008
Os eunucos

Para saber mais sobre os eunucos indianos acessem:
http://epoca.globo.com/edic/20000228/soci5.htm
Postado por Cris às 16:48 0 Fazendo a Diferença
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segunda-feira, 11 de fevereiro de 2008
Poços em degraus da Ìndia
Para ver as imagens dos poços e conhecer mais um pouco da história, acesse:
http://blog.uncovering.org/archives/2008/02/baoli_os_pocos.html
Postado por Cris às 18:54 0 Fazendo a Diferença
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sexta-feira, 8 de fevereiro de 2008
O palavrão
Postado por Cris às 16:59 0 Fazendo a Diferença
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quarta-feira, 6 de fevereiro de 2008
A lenda do queijo 2

Postado por Cris às 18:48 2 Fazendo a Diferença
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A lenda do queijo (1)
Postado por Cris às 17:55 0 Fazendo a Diferença
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segunda-feira, 4 de fevereiro de 2008
O vinho

Na Pérsia, a origem do vinho era também lendária: conta-se que um dia, quando o rei Djemchid se encontava à sombra da sua tenda, observando o treino dos seus arqueiros, foi o seu olhar atraído por uma cena que se desenrolava próximo: uma grande ave contorcia-se envolvida por uma enorme serpente, que lentamente a sufocava.O rei deu imediatamente ordem a um arqueiro para que atirasse.Um tiro certeiro fez penetrar a flecha na cabeça da serpente, sem que a ave fosse atingida.Esta, liberta, voou até aos pés do soberano, e aí deixou cair umas sementes, e ele mandou semear.Delas nasceu uma viçosa planta que deu frutos em abundância.
O rei bebia frequentemente o sumo desses frutos.Um dia, porém, achou-o amargo e mandou pô-lo de parte; alguns meses mais tarde, uma bela escrava, favorita do rei, encontrando-se possuída de fortes dores de cabeça, desejou morrer.Tendo descoberto o sumo posto de parte, e supondo-o venenoso, bebeu dele.Dormiu (o que não conseguia havia muitas noites) e acordou curada e feliz.
A nova chegou aos ouvidos do rei, que promoveu o vinho à categoria de bebida do seu povo, batizando-o Darou-é-Shah « o remédio do rei ».
Quando Cambises, descendente de Djemchid, fundou Persépolis, os viticultores plantaram vinhas em redor da cidade, as quais deram origem ao célebre vinho de Shiraz.
Postado por Cris às 09:19 2 Fazendo a Diferença
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sexta-feira, 1 de fevereiro de 2008
O Carnaval
Em 1855 surgiram os primeiros grandes clubes carnavalescos, precursores das atuais escolas de samba. No início século XX, já havia diversos cordões e blocos, que desfilavam pela cidade durante o Carnaval. A primeira escola de samba foi fundada em 1928 no bairro do Estácio e se chamava Deixa Falar. A partir de então, outras foram surgindo até chegarmos à grande festa que vemos hoje.
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quinta-feira, 24 de janeiro de 2008
Revolução Neolítica
Postado por Cris às 17:47 0 Fazendo a Diferença
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domingo, 14 de outubro de 2007
O Pífano
O pífano (pífaro ou pife) é um instrumento musical de influência indígena feito de taboca ( espécie de bambu), possui sete orifícios, um para soprar e seis para dedilhar( muito parecido com a flauta). Na atualidade pode ser fabricado com cano de PVC ou de metal, porém não possui a mesma sonoridade e beleza.Sua raiz histórica causa polêmica porque alguns historiadores afirmam que sua origem vem dos primeiros cristãos que utilizava o pífano para saudar a Virgem Maria, outros já afirmam que remonta aos beduínos orientais e berberes norte-africanos, que legaram aos colonizadores nos 800 anos de dominação na Ibéria este formato, logo copiado por toda Europa.
Não importa as controversas históricas porque de qualquer maneira o pífano foi incorporado a cultura nordestina e tornou-se instrumento comum nas festividades profanas e religiosas. Atualmente, o pífano passa por um momento de redescoberta, já que está sendo pesquisado e utilizado por movimentos musicais contemporâneos como o Pife Moderno e o Mangue Beat.
Abaixo temos um vídeo com João do Pife e a Banda Dois Irmãos, são principais nomes da cultura popular caruarense (Pernambuco).
Foi na Feira de Caruaru, vendendo os pífanos que ele mesmo fabrica, e fazendo demonstrações para atrair os compradores, que João do Pife ganhou notoriedade, demonstrando autenticidade das características do povo nordestino. Homem simples e espontâneo, João lidera a banda de pífanos Dois Irmãos, que por sinal, foi criada em 1928 por seu pai, mestre Alfredo Marques dos Santos, em Riacho das Almas.
Postado por Cris às 17:57 1 Fazendo a Diferença
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quinta-feira, 27 de setembro de 2007
Os braços da Deusa
Onde estão os braços da Vênus de Milo? muitos historiadores procuram respostas, mas ninguém até hoje sabe e muitas teorias foram lançadas, algumas são tão controversas que o jornalista americano Gregory Curtis passou dois anos entre Paris e a ilha de Milo, na Grécia, em busca de uma resposta. A Vênus foi encontrada em 1820 e a teoria mais provável é de que os braços da Deusa foram arrancados durante uma batalha, o jornalista descobriu que esta versão é fantasiosa. Os historiadores sabem que quando a Deusa foi encontrada já estava sem os braços, interessante é que o marinheiro que a encontrou negociou pelo valor de meia dúzia de cabras. A Vênus embarcou, aos pedaços, em direção a Paris e foi remontada pelos restauradores do Museu do Louvre, onde está até hoje.Postado por Cris às 16:14 0 Fazendo a Diferença
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sábado, 22 de setembro de 2007
O Senhor dos jardins
Ruínas do palácio de Nabucodonosor (século VI antes de Cristo), na Babilônia
Postado por Cris às 22:48 1 Fazendo a Diferença
quinta-feira, 20 de setembro de 2007
Origem da palavra tragédia
Postado por Cris às 09:27 2 Fazendo a Diferença
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terça-feira, 18 de setembro de 2007
Aikido (合気道)
Postado por Cris às 10:32 0 Fazendo a Diferença
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domingo, 16 de setembro de 2007
A capoeira
Postado por Cris às 10:54 0 Fazendo a Diferença
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