segunda-feira, 28 de setembro de 2009

O Palmeiras


Adriana, minha amiga, para você não ficar com ciúmes, pesquisei sobre o seu amado Palmeiras, muito interessante a história deste time, garanto que foi muito prazeroso conhecer um pouco desta história porque faz parte da nossa cultura.

A abolição da escravatura andava a passos largos e já se sabia que, cedo ou tarde, ela seria assinada, o que viria a acontecer seis anos depois. O País precisaria, então, de uma nova mão-de-obra e nada melhor que esta fosse a dos europeus, sobretudo a dos italianos que chegavam ao Brasil trazidos em virtude das notícias sobre fertilidade de nosso solo.
O navio "Colombo" acaba de chegar da Europa lotado de passageiros e de esperanças. Entre todos aqueles que desembarcaram e, pela primeira vez pisaram o solo nacional, estava Caetano Tozzi, o primeiro dentre os italianos a se registrar nos serviços brasileiros de imigração.Nos quase 50 anos em que viveu no Brasil, este imigrante pôde mostrar o espírito aberto às coisas de nosso País, sem deixar de lado o amor pela velha, querida e então já distante Itália.
O clube Sociedade Esportiva Palmeiras foi fundado em 26 de Agosto de 1914 pela colônia italiana da cidade de São Paulo, sob o nome "Palestra Italia". A sua fundação se deu pela presença de dois times italianos no Brasil, no caso o Pro Vercelli e o Torino, impulsionando assim quatro jovens italianos a criar um time para a colônia italiana, eram eles; Luigi Cervo, Luigi Marzo, Vincenzo Ragognetti e Ezequiel Simone, funcionários das Indústrias Matarazzo(que contaram com o apoio da fábrica para fundar o clube). A ata de fundação por sinal, é redigida em italiano. O primeiro presidente é Ezequiel Simone, que fica apenas dezenove dias no cargo.
A imensa maioria dos sócios fundadores eram italianos e descendentes; havia um português, inclusive eleito diretor, mas nenhum deles era filiado a qualquer outra entidade futebolística, com exceção do Luigi Cervo, que fora sócio e jogador do Internacional.
Entre agosto de 1914 a janeiro de 1915 o Palestra tratou de organizar a sua primeira apresentação para a cidade e principalmente para a colônia italiana residente em São Paulo. O grande baile de inauguração aconteceu nos salões da "Germânia" - localizado na rua "Dom José de Barros" e alugado na época por 300 mil réis - com uma festa realizada no dia 9 de janeiro, um sábado.
O Palestra Itália foi forçado a mudar de nome por ocasião da Segunda Guerra Mundial. Após manter uma posição de neutralidade ao longo dos três primeiros anos do conflito, em 28 de janeiro de 1942 o Brasil rompeu relações diplomáticas com os Países do "Eixo" (Alemanha, Itália e Japão), sinalizando a posição que formalizaria em 31 de agosto do mesmo ano, quando declarou guerra a estes Países, alinhando-se com os "Aliados", (EUA, Inglaterra, França, e outros países).
Duas semanas depois, na noite do dia 14 de setembro de 1942, a diretoria do Palestra reuniu-se em sessão extraordinária para discutir a exigência dos militares, de mudança total do nome, a despeito de Palestra ser uma palavra grega.Após horas de discussão e resistência, e da sugestão de nomes como Piratininga e Paulista, decidiu-se finalmente por Sociedade Esportiva Palmeiras, em parte pela preservação da letra P nos escudos e símbolos do clube, e em parte em homenagem à Associação Atlética das Palmeiras, clube então extinto mas que sempre manteve excelente relacionamento com o Palestra Itália, tendo fornecido apoio decisivo em diversas ocasiões de litígio com dirigentes do futebol paulista.

Hino do Palmeiras

Quando surge o alvi-verde imponente
No gramado em que a luta o aguarda
Sabe bem o que vem pela frente
Que a dureza do prélio não tarda

E o Palmeiras no ardor da partida
Transformando a lealdade em padrão
Sabe sempre levar de vencida
E mostrar que de fato é campeão

Defesa que ninguém passa
Linha atacante de raça
Torcida que canta e vibra
(repete)

Por nosso alvi-verde inteiro
Que sabe ser brasileiro
Ostentando a sua fibra

Fonte: Site Oficial do Palmeiras - Palmeiras.com.br

domingo, 27 de setembro de 2009

"Viu passarinho verde"


As cartas de amor deram origem a frase. A expressão "viu passarinho verde" é empregada para aqueles que, demonstram alegria. O verde é a cor da esperança e da paz. De acordo com o folclorista Luís da Câmara Cascudo, no livro Locuções Tradicionais no Brasil, a tal ave era o periquito, muito usado para levar no bico mensagens trocadas por casais. Assim, avistar esse animal seria "identificar o alado pajem confidencial dos segredos"(Livia Lombardo). Há ainda uma lenda do século 19, conta que alguns românticos rapazes do século passado adestravam o bichinho para que ele levasse no bico uma carta de amor para a namorada. Assim, o casal de apaixonados tinha grandes chances de burlar a vigilância da família. Por isso quando a moça ou rapaz estão apaixonados, as pessoas dizem logo. "humm viu passatinho verde".
A expressão também deu origem a música Periquitinho Verde interpretada por Dircinha Batista e fez sucesso em 1937, autoria de Nássara e Sá Róris.

Periquitinho Verde
Dircinha Batista

Meu periquitinho verde
Tire a sorte por favor
Eu quero resolver
Este caso de amor
Pois se eu não caso
Neste caso eu vou morrer

O que eu não quero
É depois de me casar
Ouvir a filharada
Noite e dia a me amolar
Pois eu juro que não tenho
Paciência de aturar
"mamãe eu quero mamar"

Professores do Brasil – Blogagem Coletiva – Participe


O Ponderantes está promovendo a blogagem coletiva “Professores do Brasil”. O evento ocorrerá na mesma data em que se comemora o dia desses profissionais que, embora sejam imprescindíveis à sociedade, estão cada vez menos valorizados.

Para maiores informações cliquem aqui: Ponderantes

sábado, 26 de setembro de 2009

Veraneando

Charge de Balbino,1909.

O nome do barão do Rio Branco é sinônimo de diplomacia no Brasil. Mas, no seu tempo, não escapou à zombaria dos chargistas. No desenho de Bambino, de 1909, uma troça com o ministro brasileiro, que descansava enquanto Joaquim Nabuco (no leque) servia como embaixador brasileiro nos Estados Unidos.

– Não há diplomacia que valha isto!...

Fonte: Revista da Biblioteca Nacional

segunda-feira, 21 de setembro de 2009

Museu da Cachaça


Conversadeira, pinga, reza-forte, sossega-leão. Tão tradicional quanto popular, a cachaça tem suas honrarias Brasil afora. E no Ceará não seria diferente. Como nem só de praias vive a terra do sol, a 30 quilômetros de Fortaleza encontra-se o Museu da Cachaça, no pé da serra de Maranguape.

Construído em meados do século 19, o casarão já seria uma atração por si só. Mas é em seu interior que o universo da aguardente se descortina. São mapas, fotos, filmes, maquinário e garrafas que contam a história e o processo de fabricação artesanal da bebida. Um dos maiores tonéis de madeira do mundo está lá, com 374 mil litros da “abençoada”. E já que ninguém é de ferro, depois de perambular por entre tonéis, a dose é cortesia da casa.

De terça a domingo, das 8h às 17h. Adultos pagam R$ 5 e crianças até 10 anos, R$ 2,50. A Fazenda Ypióca fica no Distrito de Sapupara.
Fonte: revista da Biblioteca Nacional

quinta-feira, 17 de setembro de 2009

Tricolor de aço

Mascote do Bahia


A pedido do amigo Manoel Trajano, estou aqui para falar um pouco do Tricolor de Aço.

O Esporte Clube Bahia, também conhecido por simplesmente Bahia ou pelos apelidos Tricolor de Aço, Baêa, Esquadrão de Aço, Espanta Tabu, Tricolor da Boa Terra, Campeão dos Campeões e Bahiaço, é um clube de futebol da cidade de Salvador, estado da Bahia. Foi fundado em 1º de janeiro de 1931 e atualmente está competindo na Série B do Brasileirão, além do Campeonato Baiano e da Copa do Brasil. Seu rival é o Vitória, com quem protagoniza o clássico conhecido como Ba-Vi, o mais conhecido do Norte-Nordeste
Famoso pelo grande número de torcedores, que costumavam lotar a Fonte Nova (desativado), local onde mandava suas partidas, mesmo quando estava em divisões inferiores, o clube tem uma das maiores torcidas do Brasil. Agora com o novo Estádio de Pituaçu desde o começo e 2009, o Tricolor continua mostrando ter uma torcida bem fiel, mantendo uma média de 14.000 torcedores por jogo. Ao todo, já tiveram 18 jogos realizados pelo Esquadrão em Pituaçu, e lá ele apenas perdeu uma, e empatou duas, totalizando então incríveis 15 jogos vencidos pelo Bahia até então (até o jogo Bahia 4 á 0 ABC, em 6 de junho de 2009), comprovando a grande força da torcida tricolor.

Suas maiores conquistas são a Taça Brasil de 1959, tornando-se o primeiro campeão nacional ao derrotar o Santos FC, e o Campeonato Brasileiro de Futebol de 1988, agora já organizado pela Confederação Brasileira de Futebol. E foi com este último campeonato vencendo o Internacional de Porto Alegre que garantiu sua vaga na Taça Libertadores da América de 1989 e obteve seu melhor resultado chegando às quartas-de-final. É, portanto, além do Sport Recife, o único time do Norte-Nordeste com dois campeonatos nacionais. Com o eventual reconhecimento da Taça Brasil como Campeonato Brasileiro pela CBF, tornar-se-á bicampeão brasileiro, o que já reconhecido pela sua torcida.
Fonte: Wikipédia

domingo, 13 de setembro de 2009

As mascotes das Copas do Mundo













Copa de 2010 - África


Quem não se lembra da Naranjito, a simpática laranja que era a mascote da Copa do Mundo de 1982? As mascotes estão em qualquer evento de grande porte, a Copa do Mundo não poderia ser diferente. A Copa do Mundo é um evento visto com bilhões de pessoas .
A primeira mascote de Copa do Mundo foi o leão Willie. Curiosamente os alemães adotaram um leão, o Goleo VI na copa de 2006. Willie apareceu inclusive no pôster oficial da Copa do Mundo da Inglaterra com sua camisa com a bandeira do Reino Unido, a Union Jack. Willie é considera do a mascote mais famosa de todas as Copas do Mundo.

Os anos 1970 foram marcados pela humanização das mascotes nas Copas do Mundo. No México em 1970 a mascote escolhida foi Juanito, um menino com características caucasianas com um sombreiro e uma bola. Em 1974 as mascotes foram a dupla Tip e Tap, dois meninos com o uniforme da seleção da Alemanha Ocidental. Um tinha as inicias de Copa do Mundo em alemão (WM - Weltmeisterschaft) numa camisa e o outro o ano da Copa (74). Em 1978, Gauchito foi o escolhido para a Copa da Argentina. Novamente um menino com a camisa da seleção local e características regionais.

Os anos 1980 mudaram a concepção de mascotes. Uma laranja e uma pimenta com sombreiro foram as mascotes da década. Em 1982, Naranjito foi a primeira fruta como mascote em Copas do Mundo. A laranja com a camisa da seleção espanhola fez muito sucesso. Além de estar estampada em vários produtos da Copa a laranjinha da Copa protagonizou uma série de desenhos animados na televisão espanhola. No revival dos anos 1980 Naranjito aparece com um dos símbolos dos anos 80.

O estranho Pique foi a mascote escolhida para a Copa do México de 1986. Pique era uma pimenta com bigod e vestida com as cores da seleção local e um típico sombreiro mexican o.


Em 1990 tentaram criar um mascote diferente para a Copa da Itália. Ciao talvez seja a mascote mais bizarra de todas as Copas do Mundo. Ciao é um boneco tricolor simulando um jogador de futebol. Além das bandeiras da Itália por todo o seu corpo, Ciao tinha uma bola de futebol na cabeça. Apesar disso, Ciao fez muito sucesso na época também.

O cão Striker foi escolhido como mascote para a Copa de 1994 dos Estados Unidos. Striker vestia-se com as cores da bandeira dos EUA. Em 1998 os franceses optaram pelo galo Footix. O galo é o símbolo do país e Footix era um Galo azul, cor da camisa da seleção francesa. Nos anos 90 foi intensificado a utilização das mascotes em diversos materiais promocionais, sem contar na divulgação do evento em cartões telefônicos, selos e todos os tipos de peças para promover a Copa do Mundo.

Seguindo uma tendência de ter mais de um mascote por evento dos anos 1990, a Copa da Coréia teve os estranhos Ato, Nik e Kaz. Seria natural que a primeira Copa do Mundo em dois país
es diferentes tivesse mesmo dois mascotes. A mascote da Copa de 2006 é o leão Goleo VI. Um leão de 2 metros e 30 centímetros de altura e 18 anos. Goleo veste a camisa 06 da Alemanha em referência ao ano da Copa e tem a companhia de Pille, uma bola falante. Ao contrário dos outras mascotes Goleo VI não é um desenho.

Os mascotes aumentam as vendas de produtos mas dificulta a lembrança do evento. Assim como as mascotes da Copa passada já caíram no esquecimento a lembrança da Águia Sam das Olimpíadas de 1984, do Urs
inho Misha de 1980, Naranjito de 1982 permanecem. Resta saber se Goleo VI e Pille não vão acabar no buraco da memória.

Lista de
mascotes da Copa do Mundo de Futebol FIFA:
Copa do Mundo de 1966 na Inglaterra - Willie, um leão

Copa do Mundo de 1974 na Alemanha Ocidental - Tip e Tap, dois jovens
Copa do Mundo de 1978 na Argentina - Gauchito, um garoto
Copa do Mundo de 1982 na Espanha - Naranjito, uma laranja
Copa do Mundo de 1986 no México - Pique, uma pimenta
Copa do Mundo de 1990 na Itália - Ciao, um boneco
Copa do Mundo de 1994 nos Estados Unidos - Striker, um cão
Copa do Mundo de 1998 na França - Footix, um galo
Copa do Mundo de 2002 na Coréia do Sul e Japão - Ato, Kaz e Nik, criaturas futurísticas
Copa do Mundo de 2006 na Alemanha - Goleo VI e Pille
Copa do
Mundo de 2010 na África do Sul - Zakumi

Lista de mascotes do Campeonato Europeu de Seleções:
Eurocopa de 1980 na Itália: Pinoccio, o boneco de madeira
Eurocopa de 1984 na França: Péno, um galo

Eurocopa de 1988 na Alemanha Ocidental: Berni, um coelho
Eurocopa de 1992 na Suécia: um coelho
Eurocopa de 1996 na Inglaterra: Goliath, um leão
Eurocopa de 2000 na Bélgica e Holanda: Benelucky, um leão diabo
Eurocopa d
e 2004 em Portugal: Kinas, um menino
Eurocopa de 2008 na Áustria e Suíça: Trix e Flix, gêmeos

Lista de mascotes do Copa América de Seleções:

Copa América de 1987 na Argentina: Gardelito, um menino
Copa América de 1989 no Brasil: Tico, um frango
Copa América de 1991 na Chile: Guaso, um jogador feito de rabiscos
Copa América de 1993 no Equador: Choclito, um milho
Copa América de 1995 no Uruguai: Torito, um touro
Copa América de 1997 na Bolívia: Tatú, um tatu

Copa América de 1999 no Paraguai: Taguá, um javali
Copa América de 2001 na Colômbia: Ameriko, um extraterrestre
Copa América de 2004 no Peru: Chasqui, um inca
Copa América de 2007 no Peru: Guaki, uma arara

Lista de mascotes do Copa Africana de Seleções:
Copa Africana d
e Seleções de 1992 no Senegal: Diambar, um leão
Copa Africana de Seleções de 1994 na Tunísia: uma águia
Copa Africana de Seleções de 1996 na África do Sul: um
leopardo
Copa Africana de Seleções de 1998 em Burkina Faso: Fofo, uma bola de futebol
Copa Africana de Seleções de 2000 em Gana e Nigéria: uma águia e uma estrela negra
Copa Africana de Seleções de 2002 no Mali: um hipopótamo

Copa Africana de Seleções de 2004 na Tunísia: uma águia
Copa Africana de Seleções de 2006 no Egito: Croconile, um crocodilo
Copa Africana de Seleções de 2008 em Gana:
Copa Africana de Seleções de 2010 em Angola:

Lista de mascotes do Copa Asiática de Seleções:
Copa Asiática de
Seleções de 2000 no Líbano: Nour, um pardal.
Copa Asiática de Seleções de 2007 na Indonésia, Malásia, Tailândia e Vietnã:

Fonte http://www.duplipensar.net/dossies/copa-do-mundo-2006-alemanha/mascotes-das-copas-do-mundo.html#

Copa de 2002 - Coréia