quarta-feira, 9 de janeiro de 2008

A arte da Pré-História brasileira


O Brasil possui valiosos sítios arqueológicos em seu território, embora nem sempre tenha sabido preservá‑los. Em Minas Gerais, por exemplo, na região que abrange os municípios de Lagoa Santa, Vespasiano, Pedro Leopoldo, Matosinhos e Prudente de Moraes, existiram grutas que traziam, em suas pedras, sinais de uma cultura pré‑histórica no Brasil. Algumas dessas grutas, como a chamada Lapa Vermelha, foram destruídas por fábricas de cimento que se abasteceram do calcário existente em suas entranhas. Além dessas cavernas já destruídas, muitas outras encontram‑se seriamente ameaçadas.
Das grutas da região, a única protegida por tombamento do IPHAN (Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional) é a gruta chamada Cerca Grande. Ela é considerada importante monumento arqueológico por causa de suas pinturas rupestres e de fósseis descobertos em seu interior, indicadores de antigas culturas existentes em nosso país.
Em 1978, uma missão franco‑brasileira coletou uma grande quantidade de dados e vestígios arqueológicos. Esses cientistas chegaram conclusões esclarecedoras a respeito de grupos humanos que habitaram a região por volta do ano 6 000 a.C., ou talvez numa época mais remata ainda. Segundo as pesquisas, os primeiros habitantes da área de São Raimundo Nonato ‑ provavelmente caçadores‑coletores, nômades e seminômades ‑ utilizavam as grutas da região como abrigos ocasionais. A hipótese mais aceita, portanto, é a de que esses homens foram os autores das obras pintadas e gravadas nas grutas da região.
Na Bahia, mais especificamente no município de Seabra, encontram-se algumas cavernas como a Santa Marta e Buraco do Cão onde se pode ver pinturas rupestres feitas por homens primitivos que viveram há no mínimo 11 mil anos atrás.

terça-feira, 8 de janeiro de 2008

Túmulo de Herodes



A Universidade Hebraica de Jerusalém anunciou a primeira grande descoberta arqueológica deste século: o túmulo de Herodes, que governou a Judeia sob ocupação romana e assinalado no Novo Testamento como o responsável pela Massacre dos Inocentes. O professor israelita Ehud Netzer, responsável pela equipa de arqueólogos envolvida nestas escavações, assinalou, contudo, que não havia ossos dentro do sarcófago. O achado arqueológico teve lugar na região conhecida como Herodium, não muito distante de Jerusalém. O túmulo de Herodes era há muitos anos um dos tesouros arqueológicos mais disputados na região. Após mais de 30 anos de investigações, a equipa de Ehud Netzer encontrou finalmente a estrutura fúnebre no topo de um monte entre dois palácios.Em declarações públicas, Ehud Netzer, que tem assinalado escavações regulares na região desde 1972, confirmou a extrema felicidade que sentiu no momento do achado. "Todos sentem um grande interesse pela Terra Prometida e o túmulo de Herodes faz parte dessa história", afirmou à BBC. A descoberta partiu da localização de uma antiga escada construída para a procissão fúnebre do rei, detalhadamente descrita há cerca de dois mil anos por um historiador romano. Finalmente localizada, a escada conduziu rapidamente a equipa de arqueólogos à descoberta. No local foi encontrado um sarcófago em calcário, completamente destruído. Nas suas medidas originais, o sarcófago teria cerca de dois metros e meio de comprimento. O estudo detalhado do achado revelou a ausência de ossos, pensando o professor Netzer que os restos mortais de Herodes terão sido retirados do túmulo, algures entre os anos 66 e 72 d.C, por rebeldes judeus que lutavam contra a ocupação romana. Uma das razões pelas quais a descoberta do túmulo de Herodes esteve tanto tempo fora do alcance dos arqueólogos deve-se a uma suposição de que a sua localização estivesse, algures, num outro complexo palaciano construído a meio do deserto. O achado revelou, afinal, outro destino final para o rei.
Fonte: Diário de notícias

Os aliados retiram-se de Gallipoli


As forças aliadas da Primeira Guerra Mundial são levadas a uma retirada maciça das costas da península de Gallipoli, na Turquia, terminando com a catastrófica invasão do Império Otomano. A península de Gallipoli, que guarda a entrada ao mar de Mármara, transformou-se no cenário de um massacre quando os Aliados atacaram as praças turcas, em Fevereiro de 1915. Os couraçados franceses e britânicos mostraram a sua hegemonia sobre a artilharia de terra turca, mas as minas navais dizimaram a frota Aliada, forçando uma batalha terrestre que ao longo de quase um ano provocou 250.000 vítimas aliadas. Aproximadamente, um número semelhante de soldados turcos foram feridos ou mortos. A 8 de Janeiro de 1916, após 11 meses de avanços sangrentos e ineficazes, as forças aliadas retiraram-se.

Fonte: Canal da História

segunda-feira, 7 de janeiro de 2008

Doação


Oi pessoal, quero pedi aos amigos blogueiros, que tem mais acessos em seus blogs do q o nosso, para repassar o link do blog http://vivendoaprendendoedoando.blogspot.com/ a Ione está necessitando que alguém adote esses cãezinhos com uma certa urgencias, sõa fofos, vão la conferir, beijosss

A Lenda da Mandioca


Uma outra lenda para o origem da mandioca e não menos interessante.

Em épocas remotas, a filha de um poderoso tuxaua foi expulsa de sua tribo e foi viver em uma velha cabana distante por ter engravidado misteriosamente. Parentes longínquos iam levar-lhe comida para seu sustento e assim a índia viveu até dar a luz a um lindo menino, muita branco o qual chamou de Mani.
A notícia do nascimento se espalhou por todas as aldeias e fez o grande chefe tuxaua esquecer as dores e rancores e cruzar os rios para ver sua filha. O novo avô se rendeu aos encantos da linda criança a qual se tornou muito amada por todos.
No entanto, ao completar três anos, Mani morreu de forma também misteriosa, sem nunca ter adoecido. A mãe ficou desolada e enterrou o filho perto da cabana onde vivia e sobre ele derramou seu pranto por horas. Mesmo com os olhos cansados e cheios de lágrimas ela viu brotar de lá uma planta que cresceu rápida e fresca. Todos vieram ver a planta miraculosa que mostrava raízes grossas e brancas em forma de chifre, e todos queriam prová-la em honra daquela criança que tanto amavam. Desde então a mandioca passou a ser um excelente alimento para os índios e se tornou um importante alimento em toda a região.

Mandioca

Muita gente desconhece o uso desta raiz, muitos a confudem com o aipim, mas são bem diferentes. A mandioca, a raiz da planta, venenosa quando crua, tornou-se a base alimentar de todos os povos que viviam nos territórios da vertente oriental dos Andes, sobretudo pela facilidade de conservação. A raiz da mandioca pode ser utilizada entre seis e dezoito meses após o plantio e sua farinha também dura muito tempo. Vários mitos explicavam o cultivo da mandioca. Um deles, originário da América Central, dizia que "Sumé" ou "Tumé", um homem branco e poderoso que andava sobre as águas e deixava rastros em pedras, certa vez partiu seu bastão e enterrou um pedaço, dando assim origem à planta – a mandioca não é semeada, e seu cultivo se faz enfiando na terra um pedaço de seu talo. Um outro mito, da tradição tupi, diz que a filha de um chefe engravidou virgem; nasceu uma menina, chamada Mani, que morreu após um ano; de seu túmulo surgiu um arbusto desconhecido e pouco depois a terra se abriu, exibindo as raízes da mandioca. O nome viria de Mani-oca, a casa de Mani. O principal produto da mandioca era a farinha seca, farinha de guerra, farinha de pau, uí-atã, para os tupis. Usado ainda hoje, o processo assemelha-se àquele referido pela tradição: a mandioca era descascada e ralada, com o auxílio de instrumentos feitos de espinhos, dentes de animais, cascas de ostras; a massa, ainda úmida, era espremida com auxílio do tipiti (um tipo de prensa de palha), extraindo-se desse modo todo o caldo, o venenoso ácido cianídrico. A massa seca era em seguida levada ao fogo, em grandes vasilhas rasas e redondas. Depois disso, ficava pronta a farinha. Outros produtos feitos a partir da mandioca eram a tapioca, o beiju, a manipueira etc.

quinta-feira, 3 de janeiro de 2008

Feliz 2008

Feliz 2008 para todos, estive afastada por causa das festas , mas retornando a atualizar o blog, obrigada a todos que me visitaram em 2007 , e você sabia que o ano-novo se consolidou na maioria dos países há 500 anos? Desde os calendários babilônicos (2.800 a.C.) até o calendário gregoriano, o réveillon mudou muitas vezes de data.
A primeira comemoração, chamada de "Festival de ano-novo" ocorreu na Mesopotâmia por volta de 2.000 a. C. Na Babilônia, a festa começava na ocasião da lua nova indicando o equinócio da primavera, ou seja, um dos momentos em que o Sol se aproxima da linha do Equador onde os dias e noites tem a mesma duração.
No calendário atual, isto ocorre em meados de março (mais precisamente em 19 de março, data que os espiritualistas comemoram o ano-novo esotérico).
Os assírios, persas, fenícios e egípcios comemoravam o ano-novo no mês de setembro (dia 23). Já os gregos, celebravam o início de um novo ciclo entre os dias 21 ou 22 do mês de dezembro.
Os romanos foram os primeiros a estabelecerem um dia no calendário para a comemoração desta grande festa (753 a.C. - 476 d.C.) O ano começava em 1º de março, mas foi trocado em 153 a. C. para 1º de janeiro e mantido no calendário juliano, adotado em 46 a. C. Em 1582 a Igreja consolidou a comemoração, quando adotou o calendário gregoriano.
Alguns povos e países comemoram em datas diferentes. Ainda hoje, na China, a festa da passagem do ano começa em fins de janeiro ou princípio de fevereiro. Durante os festejos, os chineses realizam desfiles e shows pirotécnicos. No Japão, o ano-novo é comemorado do dia 1º de janeiro ao dia 3 de janeiro.
A comunidade judaica tem um calendário próprio e sua festa de ano-novo ou Rosh Hashaná, - "A festa das trombetas" -, dura dois dias do mês Tishrê, que ocorre em meados de setembro ao início de outubro do calendário gregoriano. Para os islâmicos, o ano-novo é celebrado em meados de maio, marcando um novo início. A contagem corresponde ao aniversário da Hégira (em árabe, emigração), cujo Ano Zero corresponde ao nosso ano de 622, pois nesta ocasião, o profeta Maomé, deixou a cidade de Meca estabelecendo-se em Medina.
Contagem decrescente os últimos minutos do dia 31 de Dezembro seja: 10, 9, 8, 7, 6, 5, 4, 3, 2, 1. Feliz 2008!!!!!! A passagem de Ano Novo é o fim de um ciclo, início de outro. É um momento sempre cheio de promessas. E os rituais alimentam os nossos sonhos e dão vida às nossas celebrações. Na passagem de Ano Novo, não podemos deixar de aproveitar a oportunidade para enchermos o coração de esperança e começar tudo de novo. E para que a festa corra muito bem, há algumas tradições e rituais que não podemos esquecer...
- Fogos e barulho. No mundo inteiro o Ano Novo começa entre fogos de artifício, buzinadas, apitos e gritos de alegria. A tradição é muito antiga e, dizem, serve para espantar os maus espíritos. As pessoas reúnem-se para celebrar a festa com muitos abraços.- Roupa nova. Vestir uma peça de roupa que nunca tenha sido usada combina com o espírito de renovação do Ano Novo. O costume é universal e aparece em várias versões, como trocar os lençóis da cama e usar uma roupa de baixo nova.
As comemorações de Ano Novo variam de cultura a cultura, mas universalmente a entrada do ano é festejada mesmo em diferentes datas.
O nosso calendário é originário dos romanos com a contagem dos dias, meses e anos. Desde o começo do século XVI, o Ano Novo era festejado em 25 de Março, data que marcava a chegada da primavera.
As festas duravam uma semana e terminavam no dia 1º de Abril. O Papa Gregório XIII instituiu o 1º de Janeiro como o primeiro dia do ano, mas alguns franceses resistiram à mudança e quiseram manter a tradição. Só que as pessoas passaram a pregar partidas e ridicularizar os conservadores, enviando presentes estranhos e convites para festas que não existiam. Assim, nasceu o Dia da Mentira, que é a falsa comemoração do Ano Novo.